As dez florestas mais ameaçadas do mundo

Posted: terça-feira, 25 de janeiro de 2011 by Maria Carolina in
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A ONU anunciou nesta segunda-feira (24) 2011 como o Ano Internacional das Florestas. O objetivo das Nações Unidas é, claro, chamar a atenção para a preservação ambiental, mas também incentivar a reflexão sobre o uso das florestas e a relação que o homem estabelece com as matas. Mas quais são as florestas do mundo que merecem mais vigilância, que correm maior risco de desaparecer dos mapas captados por satélites?
São elas as florestas em risco crítico: Bacia do Mediterrâneo, Sul da Europa, Norte da África, Oeste da Ásia (a mais ameaçada, com 5% da sua cobertura original preservada); Indo-Birmânia (nos países asiáticos Mianmar, Cambodia, Laos, Tailândia e Vietnã, com 5% da vegetação natural); Nova Zelândia (também 5%); Sunda (Indonésia, Malásia, e Brunei, com 7%); Filipinas (7%); Mata Atlântica (no Brasil, com 8%); Montanhas do Centro-Sul da China (8%); Província Florística da Califórnia, nos Estados Unidos (10%); Florestas de Afromontane (em Moçambique, Tanzânia, Quênia e Somália, com 10%); Madagascar e Ilhas do Oceano Índico (Madagastar, Seichelles, Ilhas Maurício, União das Comores e Reunião, 10%).
A lista, que considera a maior perda proporcional do habitat natural de cada floresta, é da organização não-governamental Conservação Internacional (CI). Dessas áreas, já foram devastadas 90% ou mais da vegetação original. Por isso, elas são consideradas "hotspots" - os locais mais ricos em biodiversidade e, ao mesmo tempo, mais ameaçados do mundo.
Atualmente, a CI considera que existem 35 "hotspots" em todo o planeta. As dez áreas citadas encabeçam o ranking da degradação mundial. Cada floresta da lista abriga ao menos 1.500 espécies de plantas endêmicas. Com a perda das florestas, essas espécies desaparecerão. Segundo a CI, a Mata Atlântica, por exemplo, possui 8 mil plantas, 323 anfíbios e 48 mamíferos endêmicos.
Origem do desmatamento
Segundo Matt Foster, diretor da Divisão de Ciência e Conhecimento da CI, a maior ameaça das florestas é o uso da terra para a agricultura, industrialização e urbanização. Estevão Braga, engenheiro florestal da ONG WWF-Brasil, explica que, no Brasil, o processo de desmatamento é lento. "Desmatar é muito caro. Então, a retirada de madeira - além de financiar o desmatamento do local - é uma maneira de começar a transformar a área em pastagem que depois servirá à agricultura", conta o engenheiro.
Getty Images
Um problema que escapa aos satélites é que o desmatamento no Brasil é feito em pequena escala, em áreas próximas, até elas se unirem. "Muitas vezes, o gado é colocado embaixo de árvores altas para despistar os satélites que acabam, assim, registrando um certo nível de cobertura vegetal", revela Braga. Segundo o engenheiro, hoje no Acre (onde está localizada a Amazônia), há três vezes mais gados do que pessoas. Salvar para todos viverem
Foster conta que é importante proteger as florestas porque elas proporcionam inúmeros benefícios, inclusive, econômicos. "Muitas delas ajudam a evitar a erosão e aumentam a absorção de água da chuva, o que é fundamental na manutenção das águas subterrâneas de uso doméstico", afirma. "O desmatamento também tende a aumentar o depósito de sedimentos em água doce de córregos e de rios, fazendo com que as populações de peixes diminuam. Além disso, a maioria dos benefícios econômicos resultantes do desmatamento é ganho de curto prazo (como, por exemplo, a venda de madeira). A longo prazo, essas terras podem ser tornar improdutivas", explica o ambientalista. Além disso, a preservação dessas áreas ajudam a atenuar os efeitos das mudanças climáticas. "Elas absorvem o dióxido de carbono da atmosfera, sendo grandes depósitos de carbono", explica. Desse modo, quando desmatadas, liberam quantidades enormes de dióxido de carbono na atmosfera aumentando o efeito do aquecimento global. Os entrevistados acreditam que é possível preservar as florestas como, por exemplo, compensando financeiramento os "guardiões das florestas" como os índios e populações que dependem diretamente dela e incentivando o pequeno produtor a recuperar sua área. "Além disso, as pessoas devem saber o que estão consumindo. A carne que está embalada é proveniente de algum lugar - no Acre, região da Amazônia, por exemplo, há três vezes mais gado do que pessoas. Qualquer consumo impacta o meio ambiente", alerta Braga. Há o lado positivo na história. O engenheiro disse que basta parar de desmatar e degradar para que a floresta, como a Mata Atlântica, sozinha possa aumentar aos poucos. "A tendência das florestas é de se recuperar, mas, para isso, é necessário uma política de combate ao desmatamento", afirma Braga. Ano Internacional das Florestas
O lançamento do Ano Internacional das Florestas acontece em em Nova York, nos Estados Unidos, com eventos como palestras até o dia 4 de fevereiro. O Brasil prevê organizar um congresso internacional sobre as cidades e as florestas em Manaus, mas não há uma data definida.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/24012011/48/manchetes-dez-florestas-ameacadas-mundo.html

Petição contra a construção da Usina de Belo Monte

Posted: quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 by Maria Carolina in
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Belo Monte seria maior que o Canal do Panamá, inundando pelo menos 400.000 hectares de floresta, expulsando 40.000 indígenas e populações locais e destruindo o habitat precioso de inúmeras espécies -- tudo isto para criar energia que poderia ser facilmente gerada com maiores investimentos em eficiência energética.

A pressão sobre a Presidente Dilma está aumentando: o Presidente do IBAMA acabou de renunciar, se recusando a emitir a licença ambiental de Belo Monte e expondo a pressão política para levar este projeto devastador adiante. Especialistas, lideranças indígenas e a sociedade civil concordam que Belo Monte é um desastre ambiental no coração da Amazônia.

As obras poderão começar logo. Vamos aumentar a pressão para Dilma parar Belo Monte! Assine a petição, antes que as escavadeiras comecem a trabalhar -- ela será entregue em Brasília.

ENTREM NESSE SITE E ASSINEM A PETIÇÃO CONTRA A CONSTRUÇÃO DA USINA:  http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?orkut

A prefeitura municipal de Cachoeira-BA abre concurso público com vagas para diversos niveis de escolaridade.

Posted: sábado, 15 de janeiro de 2011 by Maria Carolina in Marcadores:
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Cargos

É possível a participação de candidatos com qualquer nível de escolaridade. São 115 vagas ao total.

Inscrição

  • Presencial: abrem entre 17 e 21 de janeiro de 2011, e para solicitá-la os interessados devem se dirigir até o Colégio Aurelino Mario de Assis Ribeiro, localizado no centro de Cachoeira-BA. O atendimento é das 09:00h às 12:00h das 13:00h às 15:00h e a inscrição também pode ser solicitada por procurador.
As taxas variam de acordo com a escolaridade solicitada ao cargo, sendo:
  • Ensino Superior: R$100,00
  • Ensino Médio: R$50,00
  • Nível Fundamental (completo e incompleto): R$45,00
 PROVAS

As etapas que compõe o Concurso da Prefeitura de Cachoeira são:
  1. Prova Objetiva.
  2. Prova de Títulos, para cargos de nível superior.
  3. Prova Prática, aos Motoristas.
A prova objetiva será em 13 de fevereiro de 2011. Após os organizadores divulgarem o resultado da prova escrita os candidatos que participam da prova de títulos terão o prazo de 48 horas para a entrega dos documentos, no mesmo local de inscrição.
A prova prática não possui data de aplicação definida até o momento. Informações adicionais relativas ao concurso são publicadas em www.planejarconcursos.com.br e pela própria Prefeitura de Cachoeira – BA.

Link para baixar o edital: http://www.planejarconcursos.com.br/Cachoeira_Edital_Web2.pdf

Cientistas revelam planos para salvar corais da extinção

Posted: sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 by Maria Carolina in Marcadores:
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Cientistas revelaram, no Reino Unido, planos para preservar e proteger as mais importantes espécies de coral ao redor do mundo.
Os pesquisadores da Sociedade Zoológica de Londres identificaram dez espécies que correm maior risco de extinção, já que vêm sofrendo com o aumento das temperaturas dos oceanos devido à mudança climática, o aumento da acidez no mar, o excesso de pesca e a poluição.
O plano Edge, que prioriza espécies ameaçadas globalmente e mais diferenciadas em termos de evolução, decidiu que a melhor estratégia é tratar o problema regionalmente, ou seja, concentrar os esforços no "triângulo dos corais" nas Filipinas, na região do canal de Moçambique (porção do oceano Índico situada entre a África oriental e Madagascar) e no Caribe.


Erik Brun/ZLS
Preservação vai priorizar corais das Filipinas, canal de Moçambique e Caribe; na foto, coral "Acropora palmata"
Preservação vai priorizar corais das Filipinas, canal de Moçambique e Caribe; na foto, coral "Acropora palmata"
"Os recifes de corais estão ameaçados de extinção funcional (quando a população não é mais viável) nos próximos 20 a 50 anos, devido principalmente à mudança climática", diz Catherine Head, coordenadora do projeto dos corais.
"Nessas regiões, vamos apoiar e treinar ambientalistas locais para realizar pesquisas e implementar medidas de preservação direcionadas", acrescenta.
Os recifes de corais são o ecossistema marinho mais rico do planeta. Conhecidos como florestas tropicais dos oceanos, eles existem há 400 milhões de anos e, apesar de ocuparem apenas 0,2% do leito oceânico, abrigam cerca de um terço de toda a vida marinha.

Fonte da reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/859224-cientistas-revelam-planos-para-salvar-corais-da-extincao.shtml

Pedido!!!! Tragédia em Nova Friburgo - RJ

Posted: by ### Acesso Nilodan ### in
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Bem venho aqui postar algo que realmente pensei em que não seria necessario... Um amigo e fundado-r da maior comunidade do linux na américa latina encontra-se (e muitos outros) numa situação trágica no rio de janeiro.

Entrem nesse link e leiam com atenção seu relato e se possivel ajude e repasse o link para mais pessoas ajudarem nesse momento tão dificil.

Nos Ajudem Clicando no link!!!

Tragédia em Nova Friburgo - RJ

DESCOBERTA!!!

Posted: segunda-feira, 8 de novembro de 2010 by ### Acesso Nilodan ### in
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Uma espécie de peixe descoberta há pouco tempo no Golfo do México já corre o risco de desaparecer por causa do vazamento de petróleo da BP, segundo pesquisadores da Louisiana State University (LSU), nos Estados Unidos.
O halieutichthys aculeatus, chamado em inglês de pancake batfish (“peixe-morcego panqueca”, em tradução livre), vive a cerca de 400 metros de profundidade. A espécie foi descoberta há cerca de seis meses pelo biólogo Prosanta Chakrabarty, da Universidade do Estado da Louisiana (LSU, na sigla em inglês).
O peixe leva este nome por ser achatado e redondo como uma panqueca, apesar de ser muito menor que uma. Segundo Chakrabarty, "se você faz um formato oval com seu dedão e o dedo indicador, você tem aproximadamente o tamanho dele".
"Eles são realmente esquisitos", afirmou o biólogo. "Muita atenção é dada à carismática megafauna, as baleias e as tartarugas, mas nós não podemos dizer o que está acontecendo abaixo da superfície."
Chakrabarty alerta que o vazamento de petróleo está ocorrendo no nível do habitat destes peixes, o que pode dizimar a espécie no Golfo do México.
Alimento de atum 
O peixe passa a maior parte de seu tempo descansando sobre o fundo arenoso do Golfo do México, já que ele não nada, mas pula sobre o solo com a ajuda de nadadeiras.

"Durante minha expedição pela LSU nós pescamos cerca de 100 mil peixes e apenas três eram peixes-morcego panqueca. É difícil estimar qual é a população deste tipo de peixe, mas se eles são raros em museus, eles devem ser raros no mar", disse Chakrabarty.
De acordo com o biólogo, a BP e o governo pioraram a situação para as espécies que vivem no fundo do mar ao injetar imensas quantidades de químicos para dispersar a mancha de óleo.
"Apenas porque é abaixo da superfície não quer dizer que não está causando danos. Significa apenas que nós não sabemos quais são as consequências", afirmou Chakrabarty à estação de rádio pública americana NPR, que traz em seu website um quadro com a contagem em tempo real da quantidade de petróleo vazada no oceano.
A cientista Samantha Joye, da Universidade da Geórgia, faz parte de uma equipe de pesquisadores que está mapeando uma imensa mancha de água poluída a cerca de 20 km a oeste e sudoeste do poço que está vazando.
Esta mancha teria mais de 3 km de extensão e cerca de 600 m de profundidade.
"Quanto mais perto do poço as amostras foram coletadas, maior a concentração de óleo e gás. Outros cientistas independentes encontraram diversas outras manchas, e cientistas do governo também estão fazendo essas buscas. Mas até agora, a BP diz que não pode confirmar que a (plataforma que explodiu e afundou) Deepwater Horizon está criando grandes manchas submarinas", afirmou Joye à NPR.
Apesar de não se saber ao certo em que nível da cadeia alimentar o peixe-morcego panqueca se encontra, alguns foram encontrados nos estômagos de atum e do marlim.
Chakrabarty, que pretende registrar a descoberta da espécie em agosto, diz que até lá é capaz de o peixe não existir mais.
A possibilidade da espécie desaparecer está alarmando os cientistas, que dizem ser impossível estimar os impactos do vazamento da BP em longo prazo.

Petróleo derramado pela BP entrou na cadeia alimentar

Posted: by ### Acesso Nilodan ### in
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 Washington, 8 nov (EFE).- Os mais de 4,9 milhões de barris de petróleo que vazaram no Golfo do México em um acidente com a BP entraram rapidamente na cadeia alimentar graças à ação das bactérias submarinas, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira.

Os pesquisadores do Dauphin Island Sea Lab (DISL) em Alabama, nos Estados Unidos, propuseram-se a pesquisar uma das principais dúvidas que surgiram depois que o acidente na plataforma da BP provocou o vazamento no Golfo do México em 20 de abril: "Onde havia ido parar o petróleo derramado?".

As conclusões foram publicadas nesta segunda-feira na revista científica "Environmental Research Letters" e revelam que o petróleo entrou na cadeia alimentar.

"Uma proporção muito grande do petróleo certamente foi consumida por micróbios, que por sua vez são comida para outros organismos maiores", disse o pesquisador William Monty Graham.

Graham e sua equipe comprovaram que os animais que se alimentam de plâncton apresentavam uma quantidade maior de um isótopo de carbono leve que de outros mais pesados, o que os levou a crer que o carbono do qual se alimentavam procedia do petróleo.

Segundo o cientista, o petróleo contém uma porcentagem maior de isótopos de carbono 12 que de carbono 13, que são mais pesados.

Para analisar a dieta dos habitantes do Golfo do México, os cientistas usaram redes especiais para pegar amostras do plâncton em quatro localizações situadas entre as águas mais superficiais do litoral de Alabama e outras mais profundas, entre o início de junho e meados de agosto.