Programação - Festa D'Ajuda 2010
Posted: domingo, 7 de novembro de 2010 by ### Acesso Nilodan ### inBahia – Prédio do antigo Cine-teatro Glória será restaurado em Cachoeira
Posted: terça-feira, 2 de novembro de 2010 by 01 in
Com toda a sua riqueza cultural, a cidade histórica de Cachoeira (a 110 km de Salvador) abrigou um dos primeiros cinemas do País e do interior do Estado, o Cine-teatro Cachoeirano antigo Glória, que está desativado há mais de 20 anos. Em estado precário de conservação, o prédio foi comprado em 2009 por cerca de R$ 176 mil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O imóvel, construído em 1922, está localizado na Praça Teixeira de Freitas, e faz parte do sítio histórico de Cachoeira. Segundo o Iphan, será incorporado à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb), que oferece no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) o curso de cinema. A venda do imóvel ao Iphan foi feita pela família Vacarezza, única proprietária, quando o cinema era chamado de Cine-teatro Glória.
Atualmente, pelo estado precário de conservação, o Iphan escorou as paredes que corriam o risco de desabar. Em meados do mês de janeiro deste ano, a parte superior da parede lateral e trecho do telhado do prédio do antigo cinema desabaram. Os escombros caíram no trecho da Rua 13 de Maio, ao lado de uma pousada desativada. Até a década de 90, o local funcionou como cinema. Após a restauração, o prédio será usado pela UFRB como uma unidade do curso de cinema.
Para o diretor do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), de Cachoeira, professor Xavier Vatim, a reintegração do Cine-teatro Cachoeirano é importante para toda a comunidade, que deve usufruir do bem coletivamente. “Mesmo integrado à UFRB, o espaço deve ser usado por toda a comunidade de Cachoeira e região, além dos estudantes. É de extrema importância a restauração do cinema”, destacou.
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) será responsável pela licitação e obras no prédio. Segundo informações de Frederico Mendonça, diretor-geral do Ipac, as obras deverão ser iniciadas em agosto e o valor será em torno de R$ 4 milhões. “Abriremos as propostas comerciais e até o final deste mês será concluída a licitação. Assim, em agosto, deveremos dar início às obras de restauração. O prazo estimado para conclusão será de sete meses, até fevereiro de 2011. Esta será a última obra do Monumenta em Cachoeira”, garantiu.
Baía de Todos os Santos comemora 509 anos nesta segunda-feira
Posted: by 01 inRegião com 56 ilhas é área de proteção ambiental há 11 anos
Composta por 56 ilhas, a região se tornou uma área de proteção ambiental em junho de 1999. A principal ilha é a de Itaparica, com 239 km² e 40 km somente de litoral. As ilhas da baía possuem manguezais, praias paradisíacas e as diversas espécies de animais e plantas. Para comemorar, a ONG Germen vai fazer uma expedição para analisar os impactos ambientais causado seu entorno.
Os ambientalistas saíram às 9h do terminal turístico marítimo, seguindo para o forte São Marcelo, onde vão embarcar pela Baía de todos os Santos a bordo de uma caravela. A expedição terá atores fantasiados de personagens como Tomé de Souza e Pedro Álvares Cabral.
Fonte: R7
Pauta: MMA promove Praça da Sociobiodiversidade na Exposustentat
Posted: by 01 inServiço Florestal ultrapassa 1 milhão de hectares em concessão
Posted: by 01 inA área disponível para manejo florestal por concessão federal na Amazônia ultrapassou 1 milhão de hectares com o lançamento de um edital e dois pré-editais esta semana pelo Serviço Florestal Brasileiro.
"Este é um sinal para a sociedade de que as concessões não são uma ficção e de que o manejo florestal é uma técnica viável, com enorme potencial para geração de empregos, melhoria da qualidade de vida e conservação da floresta nativa", afirma o diretor-geral do Serviço Florestal, Antônio Carlos Hummel.
Uma floresta colocada em concessão traz um conjunto de benefícios para diversos setores da sociedade. Para o governo, representa uma forma de estimular a produção sustentável de madeira, de evitar o desmatamento e a grilagem de terras.
As comunidades ganham com a geração de empregos no local da concessão, com os investimentos em infraestrutura para os moradores locais, com os recursos destinados ao governo estadual e municipal e com o estabelecimento da economia de base florestal e dos serviços dela decorrentes.
Como a produção de madeira dentro de cada área é realizada em um sistema de rodízio, a floresta permanece de pé ao mesmo tempo em que adquire valor e gera renda. A cada ano, somente 1/30 da área de manejo da empresa vencedora da licitação é utilizada e, em cada hectare, são extraídas em torno de quatro a seis árvores.
Para a iniciativa privada, representa uma oportunidade de ter acesso à floresta legalizada em quantidade suficiente para a produção a longo prazo. "O setor madeireiro tem que aproveitar este momento. As concessões vão ajudar a separar o joio do trigo", afirma Hummel, ou seja, separar os madeireiros que querem permanecer na ilegalidade daqueles que querem trabalhar legalmente.
Localização - O estado de Rondônia foi o primeiro a receber uma concessão florestal, realizada em 96 mil hectares na Floresta Nacional (Flona) do Jamari. Há pouco mais de um mês, as atividades produtivas no local tiveram início. Também em Rondônia serão disponibilizados 112 mil hectares na Flona de Jacundá.
As concessões também têm sido feitas no Pará, que concentra cinco dos sete processos de concessão e somam mais de 960 mil hectares. A Flona Saracá-Taquera foi a primeira a ter áreas para o manejo. Os contratos referentes ao uso de 48 mil hectares foram assinados em agosto com duas empresas locais. Outros 93 mil hectares na mesma Flona estão em fase de pré-edital.
Na região da BR-163, também no estado, há um edital aberto para 210 mil hectares na Flona do Amana e foram lançados os pré-editais para 231 mil hectares na Flona do Crepori. Também está em fase de sugestões o pré-edital referente ao manejo em 380 mil hectares na Flona de Altamira.
Produção - A madeira produzida nessas áreas vai ajudar a aumentar a oferta desse produto legal na Amazônia. Somado, o potencial produtivo de todos os lotes é de cerca de 850 mil metros cúbicos de madeira por ano, o suficiente para construir mais de 100 mil casas populares feitas somente desse material.
Por ano, os contratos já assinados referentes às flonas do Jamari e do primeiro lote em Saracá-Taquera renderão R$ 6 milhões. O valor arrecadado com as demais concessões só poderá ser conhecido terminar o processo licitatório, pois as empresas oferecem ágio em cima do preço mínimo estabelecido pelo Serviço Florestal. O somatório do preço mínimo nas concessões em andamento é de mais de R$ 20 milhões por ano.
Futuro - Segundo o diretor-geral do Serviço Florestal, Antônio Carlos Hummel, as concessões poderão avançar ainda desde que sejam criadas mais florestas estaduais e federais que ajudem a aumentar as áreas de manejo disponíveis para concessão.
Outro ponto fundamental para dar robustez a essa política, diz ele, é fortalecer os órgãos que tratam do fomento e das concessões, tanto em nível federal quanto estadual. O Serviço Florestal tem trabalhado em conjunto com estados interessados em fazes concessões estaduais, como o Pará, o Amazonas, o Acre e o Amapá, para que a união de esforços traga uma nova realidade para a Amazônia.
Veja os lotes em concessão
Em operação
- Flona do Jamari (RO) - 96 mil hectares
Licitação concluída e contratos assinados
- Flona Saracá-Taquera (PA) - 48,8 mil hectares
Edital lançado
- Flona do Amana (PA) - 210 mil hectares
Pré-editais lançados e audiência pública realizada
- Flona do Crepori (PA) - 231 mil hectares
- Flona Saracá-Taquera (PA) - lote sul - 93 mil hectares
Pré-editais lançados
- Flona de Altamira (PA) - 380 mil hectares
- Flona Jacundá (RO) - 112 mil hectares
Fonte: ASCOM

